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RCC no Mundo: |
A Renovação Carismática Católica (RCC), movimento eclesial da Igreja Católica Apostólica Romana, objetiva, como os demais segmentos eclesiais, a evangelização.
Evangelizar é tornar conhecida a verdade de Jesus Cristo, mas é também promover a pessoa humana, por isso, a RCC além de realizar eventos evangelísticos com o cunho de efetivar a mensagem salvífica do Senhor Jesus, A Renovação Carismática Católica surgiu na Igreja na segunda metade do ano de l960. Quando, terminado o Concílio Vaticano II, iniciou-se um processo de renovação da espiritualidade, liturgia, catequese e propostas sociais no catolicismo.
Nascida da experiência de jovens universitários norte americanos em 1967, num retiro de fim de semana na Universidade de Duquesne, a Renovação Carismática Católica rapidamente se espalhou por todo mundo, tornando-se o maior movimento da Igreja Católica em número de pessoas.
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RCC no Brasil: |
No começo dos anos 70, alguns sacerdotes jesuítas, entre eles Pe. Eduardo Dougherty, S.J., Pe. Haroldo Rahm, S.J. e Pe. Sales S.C.J., começaram a realizar retiros chamados de “Experiência do Espírito Santo”, mais tarde “Experiências de Oração”, que se espalharam por todo o Brasil. Realizavam Grupos de Oração, reuniões de planejamento e, à medida que isso acontecia, a RCC se expandia, surgindo, então, instâncias de coordenação, a princípio em Campinas, depois Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília. Portanto, foi a partir da Casa de Retiros de Campinas que a Renovação teve seu começo.
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RCC na Diocese de Amparo: |
Na Diocese de Amparo, a RCC surgiu à época da antiga Região Episcopal Leste da Arquidiocese de Campinas, em meados de 1980, nas cidades de Amparo, Mogi Mirim, Pedreira, Serra Negra e Monte Alegre do Sul, trazida por agentes de pastoral daquelas comunidades que tiveram a experiência com o movimento em outras localidades, mais especificamente nas cidades de Campinas e São Paulo.
Com a implantação da Diocese de Amparo, em 1997, Dom Francisco José Zugliani Bispo na época, se reuniu com os coordenadores dos Grupos de Oração da Diocese e recebeu a RCC com muito amor. Desde então, foram coordenadores diocesanos da RCC: Frei Marino Primm OFM, Rodrigo Augusto Fernandes Fagundes e Pe. Francis Tadeu de Oliveira Mistrelli.
Hoje, a RCC se apresenta com cerca de 50 Grupos de Oração, distribuídos nas paróquias da Diocese de Amparo, tendo como coordenação uma Comissão Diocesana.
O Papa João Paulo II insistia, com freqüência, que a autêntica renovação da Igreja deveria ser feita pela aplicação, em sua profundidade, das inspirações e orientações práticas do Concílio, consignadas nos seus dezesseis documentos.
Dentro do grande impulso de renovação da Igreja, proposto pelo CV II, a RCC encontra o seu lugar, na medida em que se identifica com o espírito conciliar, com seus objetivos e sua doutrina. Nesta linha, a RCC da Diocese de Amparo se apresenta, com sua característica carismática, nos moldes no C.I.C., valorizando as expressões de louvor, as orações e o estudo/aplicação da Sagrada Escritura, com o objetivo de buscar os afastados da Igreja além de dar suporte espiritual aos já presentes agentes de pastoral que dela se socorrem. Tanto sempre foi assim que esta atuação corroborou na sua inclusão na esfera do ANÚNCIO, no PRNM. Atualmente, a RCC assume o projeto nacional “QUEREMOS VER JESUS, CAMINHO VERDADE E VIDA”, oferecendo-se à Diocese de Amparo como serviço, atuando concretamente na vida eclesial, anunciando e testemunhando com espírito missionário, sempre buscando o diálogo que a Igreja nos conclama, em comunhão com nosso bispado.
Acessor eclesiástico: Padre Charles Franco Peron, pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus da cidade de Jaguariúna-SP Telefone: (19) 3837 3309
Coordenadores: Josafá Libório Telefone: 3808-2260 E-mail:professor.josafa@terra.com.br Cidade: Amparo-SP
Sueli Aguilar Libório Telefone: 3808-2260 E-mail: sueli.aguilar1@hotmail.com Cidade: Amparo-SP
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Rebanhão - Definição: |
Rebanhão é um encontro e evento realizado pela RCC - Renovação Carismática Católica que teve origem na cidade de Cruzeiro, dando origem às outras cidades. Um dos católicos mais conhecidos que se converteu em Cruzeiro foi Dunga cantor da Comunidade Canção Nova.
Na maioria das Dioceses e Arquidioceses do Brasil ocorre durante o Carnaval. Por ter entrada franca o evento atrai muitos católicos e por isso é sempre realizado em lugares amplos, como ginásios e estádios. Em grandes arquidioceses o Rebanhão pode ocorrer em vários locais ao mesmo tempo. Geralmente o evento dura os quatro dias de carnaval: sábado, domingo, segunda e terça-feira, o que também pode variar de acordo com a arquidiocese. O objetivo do evento é propiciar aos católicos uma opção de lazer saudável durante o feriadão com muita oração, pregações, música, louvor e dança.
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Diocese de Amparo: |
A Diocese de Amparo (Em latim Diœcesis Amparensis) é uma divisão territorial da Igreja Católica no estado de São Paulo. Foi criada a 23 de dezembro de 1997 pela Bula Papal "ECCLESIAE UNIVERSAE" concedida pelo Papa João Paulo II. Foi um momento de grande alegria, pois há muito tempo se pensava em tornar a REGIÃO LESTE DE CAMPINAS em uma Diocese, pois, com o crescimento rápido da Arquidiocese de Campinas, tornava-se difícil à presença do pastor, o Arcebispo Metropolitano, junto a todas as comunidades. Formou-se então uma comissão composta de párocos dessa região leste da Arquidiocese encarregada de estudar e encaminhar o assunto, instaurando assim um PROCESSO DE CRIAÇÃO DA NOVA DIOCESE. Muitas reuniões foram feitas e a equipe responsável, assessorada por técnicos, promoveu um amplo levantamento sócio-econômico-religioso da região, visitando todas as paróquias e comunidades, produzindo um trabalho escrito de grande valor histórico, que, posteriormente, foi enviado a Santa Sé. O então Arcebispo de Campinas, Dom Gilberto Pereira Lopes, na Assembléia dos Bispos do Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, em Itaici, município de Indaiatuba, pediu o parecer dos Bispos do Estado de São Paulo, que foi favorável, por unanimidade, à criação da nova Diocese. O Arcebispo escreveu, então, carta ao Santo Padre, o Papa João Paulo II, em 20 de Abril de 1.995, nestes termos: "Prostados ante Vossa Santidade e implorando benção, venho trazer o pedido de criação de uma nova Diocese, desmembrada da nossa Arquidiocese de Campinas, no Estado de São Paulo, Brasil". No dia 23 de dezembro de 1.997, Sua Santidade o Papa João Paulo II, atendendo o pedido criou através da Bula Pontifícia ("ECCLESIAE UNIVERSAE"), a Diocese de Amparo, no Estado de São Paulo, Brasil, com território desmembrado da Arquidiocese de Campinas e de uma pequena parte do território da Diocese de Limeira. Na mesma Bula Papal, o Santo Padre nomeou como bispo diocesano de Amparo, Dom Francisco José Zugliani, do clero da Diocese de São Carlos no Brasil, pároco de Nossa Senhora do Patrocínio, na cidade de Jaú. A instalação da nova diocese aconteceu no dia 25 de março de 1.998, em cerimônia memorável, com solene celebração eucarística defronte a Igreja Catedral, presidida por Dom Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Metropolitano de Campinas, com a participação marcante de bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e milhares de fiéis vindos das onze cidades da Diocese de Amparo. Nessa missa, foi também empossado como bispo diocesano, Dom Francisco José Zugliani hoje atual Administrador Diocesano de Amparo. DOM FRANCISCO JOSÉ ZUGLIANIAdministrador Diocesano de Amparo A nova diocese surgia então com 22 paróquias, 19 sacerdotes do clero diocesano, 13 sacerdotes do clero religioso, 162 religiosas distribuídas por 9 congregações e 23 casas religiosas. Conta ainda a diocese com um Seminário “Instituto de Formação Vocacional São José”, localizado na paróquia de Santo Antônio, na cidade de Pedreira. Na celebração do aniversário da cidade de Campinas-SP, no dia 14 de julho de 2010, o Santo Padre, o Papa Bento XVI, aceitou a renúncia de Dom Francisco José Zugliani e nomeou o Cônego Pedro Carlos Cipolini, Reitor da Basílica Nossa Senhora do Carmo, como seu sucessor. A Ordenação Episcopal foi realizada em 12 de outubro de 2010 na Catedral Metropolitana de Campinas e a posse solene realizada em 24 de outubro na Catedral Nossa Senhora do Amparo na cidade de Amparo. DOM PEDRO CARLOS CIPOLINIBISPO DA DIOCESE DE AMPAROA diocese de Amparo abrange os municípios das seguintes foranias: FORANIA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIOCompreende as cidades de: ÁGUAS DE LINDÓIA, AMPARO, LINDÓIA, MONTE ALEGRE DO SUL E SERRA NEGRA FORANIA SÃO JOSÉCompreende as cidades de: ITAPIRA E MOGI-MIRIM FORANIA SANT'ANACompreende as cidades de: HOLAMBRA, JAGUARIÚNA, PEDREIRA E SANTO ANTÔNIO DE POSSE
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Rebanhão de Pedreira: |
O Rebanhão de Pedreira é um evento promovido pela Renovação Carismática Católica da Diocese de Amparo desde 1992. O encontro começa na sexta-feira e vai até a terça-feira de Carnaval (5 dias) com uma presença média de público de 10 a 15 mil pessoas oriundas dos mais diferentes pontos do Estado e do País.
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Dom Pedro Carlos Cipolini: |

Nasceu aos 04 de maio de 1952, na cidade paulista de Caconde, filho de João Cipolini e Alzira Carneiro Cipolini. Tem três irmãos, um dos quais é também sacerdote, e três irmãs. Na Matriz de Nossa Senhora da Conceição (hoje Basílica) em Caconde, foi batizado em 25 de maio de 1952, crismado em 14 de novembro de 1954 por D. Luiz Mousinho e fez a primeira comunhão em 18 de outubro de 1959.
Cursou a escola primária no Grupo Escolar Dr. Cândido Lôbo, em Caconde, e o ginásio e colegial no Ginásio Prof. Fernando Magalhães, também em Caconde.
Em 1973, ingressou no Seminário Central Imaculada Conceição, do Ipiranga (São Paulo-SP), pela Diocese de Franca-SP. Cursou Filosofia na FAI (Faculdades Associadas do Ipiranga), em São Paulo (1973-1975). Cursou também Pedagogia (1975-1976), obtendo a licenciatura em Filosofia e Pedagogia. Fez o curso integrado de Teologia, na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, da Arquidiocese de São Paulo, obtendo o bacharelado em Teologia (1973-1977).
Foi ordenado diácono na Catedral da Imaculada Conceição em Franca-SP, em 07 de setembro de 1977, e Presbítero na mesma catedral, no dia 25 de fevereiro de 1978, pelo Bispo Diocesano de Franca, D. Diógenes Silva Matthes.
Nomeado pároco da Paróquia São Sebastião, em Franca, tomou posse em 16 de março de 1978. Aí desenvolveu intenso apostolado, reorganizando a paróquia, dividindo-a em setores pastorais. Promoveu as pastorais e o trabalho do Grupo Fraterno Auxílio Cristão, em prol dos menos favorecidos. Reformou a igreja e a casa paroquial, promovendo a construção da Igreja do Menino Jesus de Praga, hoje Paróquia. Foi também pároco do município de Restinga, então capela anexada à Paróquia de S. Sebastião, de Franca. Em 1980, publicou pela Editora Paulinas, o livro “Um cristão para hoje”, que atingiu várias edições. Entre outros cargos ocupados na Diocese de Franca, Pe. Pedro foi Coordenador Diocesano de Pastoral (1982-1983), professor e coordenador de estudos do Seminário Propedêutico (1983-1984).
Em 1984-1985, cursou pós-graduação em Teologia, na Faculdade Pontifícia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, obtendo o Mestrado em Teologia, após defender tese em Teologia Dogmática. No ano em que morou em S. Paulo para escrever sua tese, foi vigário paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, do Ipiranga, junto à Faculdade Assunção (1985). Frequentou o Curso de Extensão Universitária sobre o novo Código de Direito Canônico, no Instituto de Teologia Salesiano Pio IX, em julho de 1983.
Transferindo-se para Campinas, passou a lecionar no Instituto de Teologia da PUC. Foi nomeado pároco da Paróquia dos Santos Apóstolos, na Vila Boa Vista, na periferia de Campinas, tomando posse da paróquia em 28 de dezembro de 1985. Foi definitivamente incardinado no clero de Campinas, por decreto do Sr. Arcebispo D. Gilberto Pereira Lopes, datado de 28 de janeiro de 1987.
Na Paróquia dos Santos Apóstolos, atuou no sentido de incentivar as pastorais sociais e a participação do povo na melhoria da qualidade de vida. Fundou e desenvolveu a Pastoral da Saúde para visita aos doentes. Realizou construções de salas para catequese e capela nos Parques Santa Bárbara e Fazendinha.
Durante os anos de 1987 a 1989, exerceu o cargo de Diretor Espiritual do Seminário Propedêutico São José de Pedreira e Seminário Imaculada de Filosofia da Arquidiocese. Também foi Vigário Episcopal da Região Episcopal Norte, de 1988 a 1990. Foi membro do Conselho Episcopal e do Conselho de Pastoral da Arquidiocese. Em janeiro e fevereiro de 1990, frequentou o curso de Eclesiologia para professores de Teologia, promovido pela SOTER/INP/CNBB.
Cursou o doutorado em Teologia na Itália, residindo em Roma, no Colégio Pio Brasileiro (1990-1992). Estudou na Universidade Gregoriana, onde defendeu tese de doutorado em Eclesiologia, conseguindo a laurea (magna cum laude). Teve oportunidade de visitar vários países da Europa e participar de cursos e estudos em muitas instituições culturais.
Regressando a Campinas em 1993, foi nomeado Administrador Paroquial e, em seguida, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Bairro Taquaral. Foi Diretor de Estudos do Seminário Imaculada de Teologia da Arquidiocese de Campinas (1993-1994). Retomou suas aulas na PUC, a partir de 1993, como Professor Titular, lecionando História da Igreja Antiga, Eclesiologia, Mariologia e Epistemologia Teológica, Estágio Pastoral (Ecumenismo e Pastoral Urbana). Em 1996, fez parte da Comissão Central do "Projeto de Evangelização Rumo ao Novo Milênio". Foi Coordenador do Departamento de Teologia Sistemática no ITCR-Puccamp, de 1997 a 1998. Em 1997, fez o Curso de Extensão Universitária sobre “Formação Espiritual nos Seminários Maiores”, em Viamão-RS, promovido pela CNBB e Faculdade de Filosofia da PUCRS.
Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, promoveu a reorganização e modernização da paróquia, direcionando-a para ser um centro de pastoral e evangelização. Instituiu o Conselho de Assuntos Econômicos (CAE) e o Conselho de Pastoral Paroquial (CPP). Organizou vários cursos de formação e atualização para casais, jovens e crianças. Teve papel destacado no trabalho de conscientização da população, a fim de reivindicar e conseguir a melhoria das condições de saúde da população do Taquaral, através da construção, pelo município, de um Novo Centro de Saúde, atualmente em funcionamento.
Escritor e articulista, publica seus artigos no jornal Correio Popular. Manteve uma coluna quinzenal no jornal do Bairro Taquaral (Folha do Taquaral), enquanto ali trabalhou. Aliando ao ministério da pregação da Palavra de Deus no púlpito, o ministério da pregação pela imprensa e meios de comunicação, são inúmeras as entrevistas, principalmente pela TV, que tornaram o Pe. Pedro Carlos Cipolini conhecido na cidade de Campinas, além de cursos, retiros, palestras e pregações em diversas Igrejas e comunidades.
Em 03 de março de 1997, Pe. Pedro Carlos Cipolini foi escolhido para ser o Vigário Forâneo da Forania Coração de Maria, uma das cinco Foranias (ou regiões pastorais) em que está dividida a cidade de Campinas, cargo que exerceu até o fim do mandato em 1999. Foi Diretor Espiritual do Seminário Imaculada de Filosofia, da Arquidiocese de Campinas (1997-2000) e membro do Conselho de Presbíteros.
Em 1998, foi nomeado pelo Sr. Arcebispo de Campinas, Coordenador Responsável da visita das Relíquias de Santa Teresinha a Campinas, acontecimento que reuniu milhares de pessoas para momentos inesquecíveis de veneração, oração e emoção.
No dia 08 de março de 1998, com a bênção do Arcebispo de Campinas, Pe. Pedro inaugurou a Capela de São Sebastião, que também faz parte da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. A ampliação e reforma desta antiga capela era uma aspiração da população do bairro, há bem vinte anos. Demolida a capelinha antiga em 1995, a nova foi construída em tempo recorde, com a ajuda da população.
Recebeu o título de “Cidadão Honorário de Campinas”, em 06 de março de 2000, título concedido a pedido do vereador Romeu Santini e aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal.
Em julho de 2000, publicou pela Editora Alínea, um livro sobre pastoral urbana, “Cidade transfigurada: o futuro do mundo urbano passa pela solidariedade”.
Em 09 de setembro de 2000, na Basílica Nossa Senhora do Carmo, Pe. Pedro tomou posse como o novo pároco da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, no centro de Campinas, indo substituir Mons. Geraldo Azevêdo nas lides daquela Paróquia, onde se encontra até hoje. Foi nomeado Vigário Forâneo da Forania Santos Apóstolos, para o biênio de 2001-2002. Desde então tem exercido a função de Diretor Espiritual da Ordem Terceira Secular de Nossa Senhora do Monte Carmelo, anexa à Basílica.
Em 06 de março de 2001, foi nomeado Cônego Catedrático do Cabido Metropolitano de Campinas. Em 05 de dezembro de 2002, foi nomeado Vigário Episcopal da Região Episcopal Campinas, cargo que ocupou até a chegada do novo Arcebispo, D. Bruno Gamberini, em agosto de 2004, quando então foi nomeado Coordenador de Pastoral da Região Campinas, permanecendo no cargo até dezembro de 2008.
Em março de 2003 foi nomeado Assessor Eclesiástico da Comissão Arquidiocesana de Pastoral Familiar. De 2002 a 2008, foi membro do Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP) e do Conselho de Presbíteros. De de 2004 a 2008, foi membro da Coordenadoria de Pastoral.
Recebeu da Câmara Municipal de Campinas, a medalha Arautos da Paz, em 26 de novembro de 2004.
Desde 2008, é Assessor da Comissão Arquidiocesana em Defesa da Vida.
Foi nomeado pelo presidente da CNBB, Card. Geraldo Magela Agnello, membro da comissão teológica de peritos da Comissão de Doutrina da Fé para o mandato de 2003-2006 e confirmado para o período de 2007-2009.
Em 27 de fecereiro de 2009 foi nomeado pelo Arcebispo Dom Bruno Gamberini, Capelão da Irmandade e da Santa Casa de Misericórdia de Campinas. Em 16 de março de 2010 foi nomeado Arcediago (Presidente) do Cabido Metropolitano de Campinas.
Na celebração do aniversário da cidade de Campinas-SP, no dia 14 de julho, o Santo Padre, o Papa Bento XVI, aceitou a renúncia de Dom Francisco José Zugliani e o nomeou como seu sucessor.
A Ordenação Episcopal foi realizada em 12 de outubro de 2010 na Catedral Metropolitana de Campinas e a posse solene realizada em 24 de outubro na Catedral Nossa Senhora do Amparo na cidade de Amparo.
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